Cabo deixou duas filhas: uma de três e outra de cinco anos de idade. 'Toda a sociedade chora', afirmou tio do policial morto

(Foto: Arquivo Pessoal)

Sete dos 33 anos de vida do cabo Marcos dos Santos Bernardo de Lanna foram dedicados à Polícia Militar. Esse período chegou ao fim na madrugada desta quarta-feira (11) durante um assalto na Praia da Bandeira, Ilha do Governador, quando foi assassinado por bandidos que roubaram seu carro.

“Uma pessoa maravilhosa como sobrinho, uma pessoa maravilhosa como pai, uma pessoa maravilhosa como esposo. Não apenas a família, mas toda a sociedade chora porque é menos um policial a exercer o trabalho de segurança pública”, lamentou o tio do PM, Sérgio Alexandre, lembrando que o cabo De Lanna deixou duas filhas – uma de três e outra de cinco anos de idade.



O policial foi abordado por bandidos que queriam roubar seu carro. Durante a ação, os assaltantes encontraram a arma do policial no interior do veículo e, logo em seguida, atiraram. O policial, lotado na 4ª Unidade de Polícia Pacificadora, do 4º BPM (São Cristóvão), morreu na hora.
De acordo com informações do 17º BPM (Ilha do Governador), o policial estava à paisana e de folga no momento do crime. A Divisão de Homicídios fez uma perícia e o corpo do policial foi levado para o Instituto Médico-Legal.
O cabo De Lanna foi 107º policial militar assassinado no Rio de Janeiro este ano.

Na noite de terça-feira (10), outro PM também foi morto durante um assalto – o sargento Marcelo Galvão estava na Rua Major Ávila, no bairro Jardim Alzira, em Queimados, Baixada Fluminense, quando, de acordo com testemunhas e por volta das 20h15, dois bandidos o abordaram e mataram com pelo menos 15 tiros.
A PM informou que os suspeitos fugiram com a moto e a arma do militar, lotado no 24º BPM (Queimados).
O Disque-Denúncia divulgou cartaz oferecendo uma recompensa de R$ 5 mil para quem der informações que ajudem na prisão dos bandidos que mataram o sargento Marcelo.

Fonte: G1

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