Segundo denúncia feita pelo Ministério Público, Rosane Bonho (PP) nomeou o padrasto do marido dela e assinou documento citando que os dois não possuem grau de parentesco.

Vereadora foi condenada a um ano e dois meses de reclusão em regime aberto, conforme a decisão — Foto: Arquivo/RPC

Vereadora foi condenada a um ano e dois meses de reclusão em regime aberto, conforme a decisão — Foto: Arquivo/RPC

A vereadora Rosane Bonho (PP), de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, foi condenada pela Justiça por falsidade ideológica. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu nesta segunda-feira (27).

De acordo com denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR) a vereadora nomeou o padrasto do marido dela como assessor parlamentar na Câmara de Foz do Iguaçu.

Ainda conforme o MP-PR, Rosane assinou um documento dizendo que não possui grau de parentesco com o funcionário nomeado.

A nomeação foi feita em fevereiro de 2017 e a exoneração foi publicada em julho do mesmo ano, conforme a denúncia do MP-PR.

Nos autos, a vereadora justificou que nomeou o ex-assessor por ter confiança nele. Ainda segundo Rosane, ela não tinha consciência que o fato de o homem ser padastro do marido dela pudesse configurar como parentesco.

Rosane Bonho foi condenada a um ano e dois meses de reclusão em regime aberto. Na sentença, a juíza Claudia de Campos Mello Cestarolli determinou também que a vereadora pague uma multa e preste serviços comunitários.

A defesa da vereadora disse que respeita a decisão da Justiça, mas que irá recorrer da sentença.

Fonte: G1

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