Nesta terça-feira (30), as cotações do café arábica voltaram a encerrar o dia de forma negativa na Bolsa de Nova York (ICE Futures Group), sendo a queda mais expressiva de 210 pontos.

O vencimento setembro/19 teve queda de 210 pontos, a 99,05 cents/lb, ficando novamente abaixo dos US$1,00/lb. Para dezembro/19, houve alta de 80 pontos, a 104,20 cents/lb. Março/20 teve queda de 190 pontos, a 106,60 cents/lb e maio/20, por sua vez, queda de 175 pontos, a 109,70 cents/lb.

A colheita de café dos associados da Cooxupé, a maior cooperativa de cafeicultores do mundo, havia atingido 82% da área total até o dia 26 de julho, avanço de cerca de 7 pontos percentuais em uma semana, de acordo com relatório divulgado nesta terça-feira.

A Reuters destacou que o Brasil está produzindo menos café de alta qualidade neste ano. A safra, embora grande, é afetada pelo clima irregular e o mercado de cafés finos está “mais apertado do que o normal”, ressalta a matéria da agência.

“Algumas tradings estão se retorcendo no mercado. Esses cafés estão sendo negociados com um prêmio para Nova York e é apenas julho. Será uma temporada longa e dolorosa para essas pessoas”, disse um operador de Londres para a Reuters.

Por volta das 17h03 (horário de Brasília), o dólar comercial era cotado a R$3,7902.

Mercado interno

O café tipo 4/5 anotou alta de 3,61% em Franca (SP), a R$430,00, enquanto as demais praças permaneceram estáveis.

No café tipo 6 duro, houve alta de 2,50% na média do Rio Grande do Sul, a R$410,00, enquanto a queda mais expressiva ocorreu em Patrocínio (MG), de -1,23%, a R$400,00.

Patrocínio (MG) também anotou a maior queda nas praças acompanhadas de café tipo cereja descascado, de -1,12%, a R$440,00.

Fonte: Notícias Agrícolas

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