© Foto: Reprodução/TV Globo

“Não quero gerar um problema com outros países”, disse o presidente ao deixar o Palácio da Alvorada em direção ao Palácio do Planalto. “É um volume que não está sendo constante. Se fosse um navio que tivesse afundado, estaria saindo ainda óleo. Parece que criminosamente algo foi despejado lá.”

O presidente afirmou que não há prazo para o fim das investigações e apontou dificuldades para se chegar a conclusões.

“A densidade é um piche, um pouco maior que a densidade da água salgada. Então, não fica na superfície. Ele fica submerso. Esse é outro problema que estamos enfrentando lá”, disse.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, acompanhou Bolsonaro na saída do Alvorada. Salles afirmou que o fluxo de óleo está em um movimento constante de ser levado para a costa e depois para o mar, o que dificulta o recolhimento do material.

“Nosso papel é agir rápido como tem sido feito para retirar o que está em solo, mas também aprofundar a investigação para descobrir a origem”, disse Salles.

Nesta segunda-feira, 7, o ministro afirmou que mais de 100 toneladas de borra de petróleo já foram recolhidas nas praias do Nordeste – a maior parte (cerca de 58 toneladas) no Estado de Sergipe. Manchas de óleo, ainda de origem desconhecida, já foram identificadas em pelo menos 132 pontos do litoral desde o começo de setembro, em 61 cidades dos nove Estados do Nordeste.

Na rápida fala desta terça, Bolsonaro voltou a criticar a imprensa. Ele encerrou abruptamente a entrevista coletiva ao ser questionado sobre a ação do Ministério Público Federal (MPF) que apontou um quadro generalizado de tortura em presídios do Pará que passaram a ser controlados por uma força-tarefa autorizada pelo Ministério da Justiça. A informação foi publicada neste terça pelo jornal O Globo.

Fonte: MSN

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