Rachel Genofre foi encontrada morta em uma mala na rodoviária de Curitiba em novembro de 2008.

© Foto: Reprodução Rachel Genofre foi encontrada morta em uma mala na rodoviária de Curitiba em novembro de 2008.

Identificado no exame de DNA semana passada, o detento Carlos Eduardo dos Santos, 54 anos, que cumpre pena de 22 anos em Sorocaba (SP) por estupro, estelionato e roubo, admitiu à polícia ser o assassino da menina Rachel Genofre, encontrada morta em uma mala na rodoviária de Curitiba em novembro de 2008 com sinais de abuso sexual. A admissão, quase 11 anos depois do crime brutal, foi feita no depoimento à Polícia Civil do Paraná, que deslocou uma equipe para o presídio na cidade paulista terça-feira (24) para ouvir o suspeito.

Durante o interrogatório, o suspeito teria relatado o crime com frieza aos policiais, segundo a delegada Camila Cecconello, chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que está dando entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (25).

Carlos Eduardo dos Santos, 54 anos, preso desde 2016 em Sorocaba (SP): DNA dele corresponde ao material genético colhido em 2008 na investigação da morte da menina Rachel Genofre.

© Fornecido por Editora Gazeta do Povo SA Carlos Eduardo dos Santos, 54 anos, preso desde 2016 em Sorocaba (SP): DNA dele corresponde ao material genético colhido em 2008 na investigação da morte da menina Rachel Genofre.

Na época do crime, Santos morava a cerca de 750 m do Instituto de Educação, escola no Centro de Curitiba onde Rachel estudava. Para atrair Rachel, que desapareceu após sair da escola, Santos disse em depoimento que se apresentou à menina como produtor infantil e que a levaria para participar de um programa infantil. O assassinato teria sido cometido no mesmo dia – o corpo de Rachel foi encontrado na rodoviária dois dias depois de notificado o desaparecimento.

Fonte: MSN

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